V CONGRESSO DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Decorreu no Auditório Municipal do Peso da Régua, o segundo dia do 𝗩 𝗖𝗼𝗻𝗴𝗿𝗲𝘀𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗧𝗿á𝘀-𝗼𝘀-𝗠𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗲 𝗔𝗹𝘁𝗼 𝗗𝗼𝘂𝗿𝗼, promovido pela Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro.
A sessão de abertura contou com a presença de José Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal do Peso da Régua, Hirondino Silva, Presidente da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro e António Cunha, Presidente da CCDR-N.
José Gonçalves sublinhou a importância da realização do Congresso com a necessidade de ser feita uma reflexão sobre os desafios atuais da região, por forma a existir uma estratégia capaz de garantir a sustentabilidade económica, ambiental e social da região.
Hirondino Isaías, Presidente da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro fez uma resenha histórica da Casa de Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, com enfoque na realização do Congresso, cuja primeira edição remonta a 1920. O Presidente da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro lançou o repto às CIM's para assumirem a organização futura do Congresso.
António Cunha, Presidente da CCDR-N sublinhou a importância da criação de valor e de atratividade do território, por forma a que aquilo que produzimos seja mais valorizado no mercado e as pessoas identifiquem no território condições para se fixarem aqui.
Manuel Castro Almeida, Ministro Adjunto e da Coesão Territorial presidiu à sessão de encerramento do segundo dia do V Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Peso da Régua.
O Ministro considera o investimento em Trás-os-Montes e Alto Douro fundamental. Nas palavras de Manuel Castro Almeida é “preciso investir e acreditar em Trás-os-Montes e Alto Douro”, sublinhando que “o país tem de crescer de forma mais coesa e com menos assimetrias”.
Não é possível comparar a região atual com o território de há 40 anos. Nesta perspetiva, os fundos europeus fizeram muito pelo desenvolvimento, mas não fizeram o suficiente, sendo, por isso, necessário continuar a adequar políticas eficazes, incentivos diferenciadores, à realidade dos territórios de baixa densidade.
Para Manuel Castro Almeida, Ministro Adjunto e da Coesão Territorial é imperioso diluir a fronteira que existe entre desenvolvimento e agricultura, uma vez que, em algumas regiões do país, a agricultura é essencial ao desenvolvimento.
É com os olhos postos no futuro sustentável de Trás-os-Montes e Alto Douro que damos por concluído o segundo dia do V Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Peso da Régua.

